É de vez em quando é bom fazer um exame de consciência.
Vivemos cercados de notícias advindas de todos os cantos do planeta e fora dele. São tantas as informações que não podemos assimilar tudo, assim, ouvimos mais não ouvimos boa parte das notícias a que temos acesso todos os dias.
No entanto, algumas informações caem como bombas em nosso colo, provocando uma reação do tipo orticaria, começa pequena, uma pintinha vermelha do lado da bochecha e vai tomando o rosto, os braços o corpo, as pernas e quando percebe..... voce parece um tomate italiano...dos grandes!
Este aviso é do tipo: "agita ai que passou dos limites" e neste caso voce se revolta, tem vontade de sair à rua gritando, com um cartaz bem grande dizendo "ei, não sou otário!".
Esta é a sensação que tive ao ver o debate ridiculo (um dos) que ocorreu no Senado, quando da intervenção do Sr. Fernandinho do pó, digo, Fernando Color de Melo, o distinto cidadão que por um acidente execrável da democracia , foi eleito, certa feita, presidente da republica deste país.
O mais revoltante, sem duvida é ver aquela criatura imponente, de conduta moral abominável e que faz jus, sem duvida alguma, a classificação por adjetivos nem um pouco publicáveis, alí, no senado federal, debatendo com ares de absoluta razão e demonstrando aos poucos avisados ter argumentos ilibados. Estava onde nunca mais deveria ter posto os pés. Não, não não, certamente errei ao dizer que Fernando Collor não pode colocar os pés no Senado Federal, não deveria por os pés no Brasil de novo, poderia mesmo ficar em sua mansão, em qualquer um dos estados americanos, já que para lá se mudou, após desmascarado, levando seus suntuosos carros e "pertences", em suma, a fortuna espoliada deste país, às custas de muita politicagem, sacanagem e imoralidade.
Sem duvida, levar o dinheiro não foi tão mal quanto privar pessoas de água no Nordeste, como fez a querida primeira dama, sua esposa àquele época, assecla e sectária (com boas razões para queimar no fogo do inferno, como querem alguns....)
Agora, vamos e venhamos, quanto ao Sr. Sarney, só nos cabe a indignação pelos atos de uma pessoa que, ao final de sua vida, conseguiu equiparar-se a um coronel mesquinho, que nada mais conseguiu, a não ser o respeito pelo favorecimento escuso e pelo costumeiro " cabresto", cultivado, criado e praticado no reduto maranhense; artifício que ele pretende implantar em todo territorio nacional .
Nepotismo? não concordo, neste caso só para parentes proximos, no caso do Sr. Sarney, suas atitudes vão bem mais longe!